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A criança no contexto da cultura brasileira de violência.
“A vida é falha apenas quando a morte a toma como refém”- Georges Bataille

Por: Dr. José Roberto Tude Melo
Membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Pediátrica
MD, PhD em Medicina e Saúde pela Universidade Federal da Bahia
Texto baseado na aula sobre o tema, apresentada no XIII Congresso Brasileiro de Neurocirurgia pediátrica, ocorrido em Fortaleza- CE 2019.

A espasticidade é uma condição clínica que se desenvolve após lesão do chamado “neurônio motor superior”, quando há descontrole dos sinais enviados pelo Sistema Nervoso Central (cérebro e medula espinhal) aos músculos do corpo. Causas comuns de espasticidade incluem a paralisia cerebral, traumatismos cranianos e acidentes vasculares cerebrais (“derrames”), dentre outros. Leia matéria completa aqui

Muitas famílias recorrem à consulta com um Neurocirurgião Pediátrico devido a assimetrias ou deformidades na cabeça dos bebês. Esta condição, que afeta na grande maioria das vezes a parte posterior do crânio, é conhecida como deformidade postural e não consiste em uma craniossinostose verdadeira, pois não há fechamento precoce de uma ou mais suturas cranianas. A deformidade postural não requer tratamento cirúrgico na grande maioria dos casos.

Por: Eduardo Jucá (Neurocirurgião Pediátrico) e Ricardo Santos de Oliveira (Presidente SBN-Ped)

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Faz parte da rotina dos Neurocirurgiões Pediátricos receber, em ambulatórios ou
consultórios, famílias em estado de intensa ansiedade devido a um bebê com “fechamento precoce da fontanela”, também amplamente conhecida como “moleira”. Na verdade, a grande maioria destes casos não representa situações anormais e não exige qualquer tipo de tratamento, quanto mais uma cirurgia.